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Angelina Jolie afirma que “não reconhece” os EUA ao falar sobre liberdades

No Festival de San Sebastián, em 21 de setembro, a atriz Angelina Jolie disse que “ama” os Estados Unidos, mas que, no momento, “não reconhece” o país, ao falar sobre ameaças às liberdades individuais e à liberdade de expressão.

Identidade em debate

Na coletiva do festival, Jolie afirmou: “Eu amo meu país, mas nesse momento, não reconheço meu país” — declaração feita ao comentar os temores sobre restrições a liberdades.

Jolie vem usando plataformas culturais para debater questões públicas. Conhecida por seu trabalho humanitário e ligações com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR), ela tem histórico de articular preocupações sociais em eventos internacionais. Em San Sebastián, a fala surge em meio a um cenário político e cultural nos EUA marcado por debates sobre leis, mídia e espaços de expressão.

Por que a fala repercute além do cinema

Pesquisas recentes apontam queda na confiança nas instituições e aumento da polarização política nos Estados Unidos, fatores que amplificam reações a declarações públicas de celebridades. Esses dados ajudam a entender por que observações sobre “liberdades individuais” ressoam além do meio artístico.

Quando se fala em “ameaças às liberdades individuais” ou “liberdade de expressão”, refere-se a mudanças que podem restringir opiniões, manifestações artísticas, acesso à informação ou o funcionamento de instituições culturais. Isso inclui leis locais que regulam conteúdos, pressões econômicas sobre meios de comunicação, ou um clima de autocensura entre artistas e produtores. 

Uma visão global e cautelosa

Jolie ressaltou que sua vida é marcada por relações e experiências internacionais –  família, amigos e trabalhos que atravessam fronteiras moldaram sua visão de mundo, e por isso ela vê com preocupação qualquer tentativa de restringir a expressão ou os direitos individuais, que considera perigosa onde quer que ocorra. 

A atriz também frisou a seriedade do momento e disse que por isso adotaria cautela ao se manifestar: “Acho que são tempos muito, muito difíceis… temos que ter cuidado para não dizer as coisas casualmente“, afirmou na coletiva, ressaltando a urgência de atenção diante das tensões atuais.

Zimny Magazine

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